terça-feira, 15 de abril de 2014
Assepsia
Todo começo é difícil. Às vezes, a gente tem que partir do fim mesmo. Daí que surgem as ideias - e neste caso, da necessidade ululante de uma assepsia mental, uma lavagem cerebral.
Sim, eu já fui mais culta, mais filósofa, mais um monte de coisa. Decidi agora ser feliz. Bom né? É, é bom, e requer uma dose de ignorância. O clichê diz que é uma bênção... Eu acho que uma alienação consciente e bem dosada pode fazer milagres. Aí que entramos nas futilidades...
Pulando todo o discurso comunista, socialista, etc e tal, vamos ao que interessa: o consumo não é apenas um grande demônio que exclui e atormenta. Vamos fazer a Poliana e focar nas muitas utilidades do supérfluo. Particularmente, creio que o grande propósito é a descoberta. De si, do outro, de novos modos de agir, de atalhos, de ritos diferentes, de pontos de convergência e de individualização. A louca-consumista-compulsiva-exagerada não entra aí. Endividar-se é burrice. Esgota todo o efeito terapêutico da coisa.
Voltando ao fim - ou ao começo -, decidi compartilhar as minhas descobertas. Depois, pensei na melhor colaboradora que poderia existir. Partimos daqui. O que esperar? Tudo. Tudo mesmo. A gente prova e depois conta...
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AMO/SOU!!!! E tchy amo, toda trabalhada na saia valentcheeno!!!
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